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LojaMais fecha parceria com a Serasa
A LojaMais foi considerada referencia em comércio Eletrônico pelo programa Pequenas Empresas Grandes Negócios da Globo em 07/10/2007.
Isso se deve a ferramenta simples e completa desenvolvida pela LojaMais que torna o e-commerce uma realidade próxima também das pequenas e médias empresas. Em pouco tempo e com baixo investimento a loja virtual fica pronta e conta com diversas vantagens como concentração de ofertas de todos os lojistas no portal LojaMais de modo que além de uma loja virtual, o lojista tem divulgação. Também conta com mecanismo de pós-venda, formas de pagamento sem intermediários e cálculo de frete automático.
A LojaMais agora é um distribuidor de informações SERASA e integra essa opção de consulta no seu portal.
A grande vantagem é a flexibilidade de consumo com baixo custo, ou seja, não obriga o consultante a um volume mínimo mensal de uso.
Também não há mensalidade para o uso desse serviço como nas associações por exemplo, por meio de uma carga de credito pré-pago o cliente paga somente o que consumir.
Os relatórios trazem informações como restrições e pendências financeiras, protestos, cheques devolvidos, entre outras informações que apóiam a avaliação de crédito e tornam as negociações mais seguras.
A LojaMais integra ferramentas de Comércio Eletrônico
- Ferramenta de Comércio eletrônico;
- Ferramenta de Atendimento online (chat)
- Parceria com SERASA
- Ferramenta de Comércio eletrônico;
- Ferramenta de Atendimento online (chat)
Sempre trazendo melhorias, a LojaMais passa a integrar também uma ferramenta de atendimento online, um chat para que os atendentes da loja virtual possam dar informações e auxiliar os compradores em tempo real.
Essa ferramenta aumenta muito a possibilidade de vendas pela segurança que passa ao comprador que se sente bem atendido.
Fonte: AGENDE (02/04/2008)
Lojas Virtuais
É rápido, fácil e barato. Com R$ 49 por mês é possível ter uma loja em um shopping virtual. O programa é simples. Depois de comprar o serviço, o próprio cliente monta a loja.
"Para o lojista vai sair muito mais barato, uma ferramenta onde ele mesmo vai administrar do que aquela ferramenta que teria sido criada especificamente para ele, que primeiro levaria mais tempo e, segundo, sairia mais caro", aponta o empresário Hugo Alves de Souza.
O programa foi criado pelos empresários Hugo de Souza e Aldo Biagini. O shopping virtual já tem 70 clientes que vendem produtos diferentes.
"O comprador que entra tem acesso a todos os produtos. Isso gera aquele benefício de ele estar comprando um livro e de repente vê um CD que gosta, de uma outra empresa, ele já gera compras para estas duas empresas", diz o empresário Aldo Giovani Biagini.
Há lojas que vendem imóveis, carros, colchões e roupas. A despesa para manter um sistema de segurança dos sites é compartilhada entre todos. No momento, são mais 80 lojas em criação. São empresas que já existem no mundo real e querem vender pela internet.
"Se ele encarar que a loja virtual dele é uma filial nesse novo mercado da internet, com grande potencial de crescimento, então ele vai trabalhar essa loja virtual durante algum tempo e vai acreditar, apostar na idéia até que ela dê retorno”, acredita Hugo.
O empresário Luís Molina foi um dos primeiros clientes do shopping virtual. Ele paga R$ 49 por mês para manter na internet uma loja de equipamentos de segurança. A facilidade de usar o serviço é o que mais o agrada.
"Se você quer fazer uma promoção, você entra e faz na hora. Digita apenas sua senha. É muito simples e fácil de mexer", garante Molina.
Já a loja do empresário Mário Suriani vende livros espíritas e espiritualistas. E acredita que pode aumentar os lucros com a internet. Por mês, a loja dele tem 1 mil acessos e vende cerca de 50 produtos.
"Vale a pena sim. Não podemos ficar fora desse trabalho que é feito na internet. E uma loja virtual é fundamental", afirma o empresário.
No Brasil, 95% das transações pela internet são realizadas nos 30 maiores sites. As pequenas empresas lutam para tornar o mercado virtual mais real. E o caminho para os pequenos competirem com os grandes é focar na qualidade do atendimento.
A quantidade de acesso às 70 lojas que estão no shopping virtual aumenta 45% ao mês.
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios (07/10/2007)
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